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Os seis jovens portugueses que acusaram 32 governos de inacção climática nesta terça-feira, em Estrasburgo RONALD WITTEK/EPA

PÚBLICO

Rita Siza , em Estrasburgo e Aline Flor
9 de Abril de 2024

“Não derrubámos o muro, mas fizemos uma grande fenda.” Decisão do Tribunal Europeu abre portas à justiça climática

Caso dos jovens portugueses contra 32 países não foi aceite pelo tribunal, mas as “avós do clima” suíças conseguiram decisão favorável: a inacção climática é uma violação dos direitos humanos.

Não tiveram a decisão que esperavam, mas Cláudia, Martim, Mariana, Catarina, Sofia e André, os seis jovens portugueses que abriram um processo contra Portugal e outros 31 Estados-membros do Conselho da Europa, argumentando que a sua inacção no combate às alterações climáticas viola os seus direitos humanos, saíram nesta terça-feira do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) de Estrasburgo com uma enorme vitória moral — e o caminho aberto para novas acções pela justiça climática.

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