©Público: Rui Gaudêncio

Público, 12 janeiro 2025

Alentejo não está a adaptar-se ao aumento de calor, sugere estudo

Entre 1980 e 2015, houve 5296 mortes prematuras devido ao calor no Alentejo, adianta estudo, que mostra que óbitos cresceram naquele período. Tendência irá ampliar-se se nada for feito.

Embora seja o frio que ainda tenha um efeito mais nefasto na saúde humana, os estudos mostram que o aumento das temperaturas, no contexto das alterações climáticas, terá um peso cada vez maior nas mortes prematuras. Uma investigação desenvolvida dentro da estratégia regional da adaptação às alterações climáticas no Alentejo revela agora que, entre 1980 e 2015, houve 5296 mortes prematuras devido ao calor, de acordo com o artigo publicado no final de Dezembro na revista científica BMC Public Health.

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